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Fim do desconto de 14,25% a aposentados e 5 mil vagas na Segurança: Marconi detalha propostas para o funcionalismo em Goiás

Em debate, candidato propôs rever alíquota previdenciária, realizar certames na Educação e substituir contratos sem licitação por servidores concursados.

O candidato do PSDB ao governo do Estado, Marconi Perillo, colocou a pauta dos servidores públicos no centro de sua participação no debate O Popular/CBN Goiânia, realizado nesta quinta-feira (24/9). Entre os principais pontos defendidos estão a anulação da taxa de 14,25% da contribuição previdenciária cobrada de aposentados e pensionistas estaduais e a recomposição de quadros efetivos por meio de concursos em diversos órgãos públicos, sobretudo na Educação e na Segurança.

Marconi argumentou que a expansão do funcionalismo ocorrerá mantendo a estabilidade financeira do Estado: “Esses concursos serão realizados com base em economia, planejamento e gestão. É o que eu fiz durante o tempo em que fui governador”, frisou o candidato, citando sua experiência de quatro gestões à frente do Executivo goiano.

Concurso para recompor déficit na Polícia Militar

Ao tratar da segurança pública, o candidato do PSDB formalizou a proposta de certame para 5 mil policiais. Marconi detalhou que a Polícia Militar de Goiás apresenta, nos dias de hoje, uma redução de quase cinco mil agentes em relação ao contingente que atuava em 2018.

Desconto previdenciário e valorização na Educação

A realização de concursos públicos para professores e servidores da Educação foi outro compromisso reafirmado. No mesmo bloco, Marconi assegurou que vai rever a alíquota previdenciária de 14,25%, implementada pela atual gestão estadual e aplicada a aposentados e pensionistas. A taxa segue sendo descontada em folha, mesmo sob reiteradas mobilizações e protestos sindicais, além de matérias legislativas que tramitam na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) com o objetivo de suspender a taxação.

Reorganização administrativa e foco em pessoal efetivo

Marconi indicou que outras áreas também receberão novos concursos. Para custear essas admissões sem desequilibrar o orçamento, o candidato propõe um corte nas despesas operacionais correntes: “Nós vamos trabalhar com gestão, economizar gastos que são desperdiçados hoje com contratações milionárias, sem licitação, contratações sem licitação, e nós vamos otimizar a gestão, colocando técnicos e profissionais”.

Para embasar a viabilidade do plano, Marconi rememorou que suas quatro administrações passadas admitiram mais de 14 mil servidores por meio de processos seletivos públicos. O candidato encerrou pontuando que o foco será eliminar gastos desnecessários: “Nós vamos fazer um governo com eficiência, com equilíbrio, e vamos tirar do desperdício o dinheiro para poder otimizar a gestão”.

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