CidadesGovernoPolítica

Marconi critica situação do Ipasgo durante debate: “Acabaram com o plano dos servidores”

Candidato do PSDB propõe reestruturação do instituto e participação do funcionalismo na gestão

O candidato ao Governo de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), criticou a situação do Ipasgo durante o primeiro debate da eleição, realizado neste domingo (9) pela TV Sucesso/Band. Ao abordar a saúde dos servidores públicos, o ex-governador afirmou que as mudanças promovidas nos últimos anos durante os governos de Ronaldo Caiado e de Daniel Vilela descaracterizaram o plano e reforçou que pretende reestruturá-lo em um eventual novo governo.

“Acabaram com o Ipasgo”, afirmou Marconi. Para o candidato, o plano precisa voltar a ter como prioridade o atendimento aos servidores públicos estaduais e seus familiares. Ele também defendeu que o funcionalismo volte a ter participação efetiva nas decisões e na gestão da instituição.

O tucano afirmou que a reestruturação deverá ser construída em diálogo com servidores ativos, aposentados e entidades representativas. Segundo ele, o objetivo é recuperar um modelo que ofereça atendimento de qualidade, rede adequada de médicos, clínicas e hospitais e, ao mesmo tempo, garanta sustentabilidade ao plano.

O candidato também criticou o aumento dos custos para usuários e dependentes e as dificuldades enfrentadas pelos beneficiários para conseguir atendimento. Marconi tem reiterado, em entrevistas e agendas pelo interior do estado, que pretende rever o atual modelo e devolver protagonismo aos servidores na condução do Ipasgo.

A proposta integra um conjunto de medidas apresentadas por Marconi para a saúde durante o debate. O candidato classificou a área como a maior prioridade e afirmou que pretende reorganizar a regulação, fortalecer a rede hospitalar e ampliar parcerias com hospitais filantrópicos e privados.

Além de Marconi Perillo, participaram do primeiro debate os candidatos Wilder Morais (PL) e Luís César Bueno (PT). O candidato do governo, Daniel Vilela, não compareceu.

Botão Voltar ao topo